• 8 de agosto de 2020

A “resistência” contra Jair, em busca da “salvação” em 2022.

RESISTÊNCIA: Estamos vendo o ápice do movimento, a esquerda (PT, PSOL, PDT, PSDB) não teve força suficiente contra a direita, precisou pedir ajuda ao “centrão” personificado no DEM.

Maia e Alcolumbre (DEM) sonham comandar o Brasil mas não têm votos suficientes nem para síndicos de prédio.

Já Doria e Witzel tinham capilaridade política para competir em 2022, não ganhariam, mas teriam muitos votos.

Só que eles se elegeram no vácuo de Jair e quando começaram a mostrar a inveja e o desejo incontrolável do cargo, os eleitores se revoltaram e ambos começaram a jogar todas as fichas, porque hoje não se reelegem nem para governadores de seus estados.

São moribundos políticos. Morreram e não sabem… mas como na política tudo pode mudar, eles estão tentando a estratégia do desgaste: “Eu sou ruim, mas meu adversário é pior”.

Resumo da RESISTÊNCIA: Todos precisam derrubar Jair para ter alguma chance lá em 2022.

Guardem bem esses nomes que citei, vamos assistir um brigando com o outro logo aí na frente:

FREIXO, CIRO e PT (Lula?) brigarão para ser o representante da esquerda. Doria, Witzel, Luciano Huck e Amoêdo se matarão para ser a princesa do centrão. E Bolsonaro (até aqui) é o único nome de direita de fato.

Vai ser direita x esquerda novamente, o centrão não tem votos próprios, então colou com a direita nas últimas eleições, agora irá colar com a esquerda para surfar a onda da oposição ao governo, que sempre rende alguns milhares de votos.

 

Takamoto

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