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    Filha de Adriana Villela se emociona no STJ e liga para a mãe

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    A policial civil Carolina Villela se emocionou após o voto favorável à anulação da ação penal e da condenação da mãe, Adriana Villela, na Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A arquiteta foi condenada, de 2019, pelo triplo homicídio dos pais e da funcionária da família no caso conhecido como Crime da 113 Sul.

    O placar pela anulação do júri que condenou Adriana Villela está 1 a 1. Nesta terça-feira (5/8), o ministro Sebastião Reis Júnior votou pela anulação do júri e de toda a instrução do processo no qual a arquiteta foi condenada a 61 anos de prisão pelo triplo assassinato. Ela é acusada de ser a mandante do crime.

    Ao deixar o STJ, logo após o segundo adiamento do julgamento do recurso da defesa na Sexta Turma, Carolina Villela disse que estava emocionada e confirmou que falou com a mãe.

     

    4 imagensPlacar está empatado no julgamento do caso Adriana VillelaMarcelo Leite, promotor de Justiça, acompanha a sessão que pode reverter a condenação de Adriana Villela no caso do triplo homicídio dos paisKakay, advogado de Adriana Villela, esteve presente no julgamento da Sexta Turma do STJ, que discute a legalidade da condenação no caso do Crime da 113 SulFechar modal.1 de 4

    Carolina Villela, filha de Adriana Villela, acompanha o julgamento no STJ

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto2 de 4

    Placar está empatado no julgamento do caso Adriana Villela

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto3 de 4

    Marcelo Leite, promotor de Justiça, acompanha a sessão que pode reverter a condenação de Adriana Villela no caso do triplo homicídio dos pais

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto4 de 4

    Kakay, advogado de Adriana Villela, esteve presente no julgamento da Sexta Turma do STJ, que discute a legalidade da condenação no caso do Crime da 113 Sul

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

    Sebastião Reis Júnior entendeu que a defesa foi prejudicada porque não teve acesso, durante o decorrer de toda a instrução do processo, à íntegra das provas. “O acesso às provas pela defesa antes da apreciação pelo processo é condição para assegurar o contraditório e ampla defesa, permitindo a instrumentalização de sua atuação de forma eficaz”, afirmou.

    Anteriormente, em março deste ano, o relator, ministro Rogerio Schietti Cruz, votou pela manutenção da condenação e prisão imediata de Adriana Villela.

    A análise foi suspensa novamente após o ministro Og Fernandes pedir vista.

    Colaboraram Samara Schwingel e Isadora Teixeira

     

    Willian Carvalho de Menezes
    Willian Carvalho de Menezes
    Jornalista Profissional (0014562/DF) e fotojornalista com 20 anos de experiência na cobertura de fatos que marcaram o Distrito Federal e o Brasil. Atualmente estou à frente do portal Clique DF, onde combino meu olhar jornalístico com a sensibilidade da fotografia para informar com responsabilidade, profundidade e compromisso com a verdade.

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