O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passará por uma pequena cirurgia, neste domingo (14/9), para remoção de lesões na pele. A ida ao hospital foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nessa quarta-feira (10/9).
A cirurgia está marcada para às 10h da manhã, em um hospital particular, em Brasília. O procedimento será realizado pelo médico Claudio Birolini, também responsável pela cirurgia por Bolsonaro em abril deste ano, no intestino.
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O esquema de segurança para a ida e volta de Bolsonaro ao hospital será reforçado. Além da escolta da Polícia Penal, por ordem da Suprema Corte, ele também será escoltado por três seguranças do Gabinete de Segurança Institucional, na companhia e um assessor pesssoal.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), também devem acompanhar o ex-presidente durante o procedimento.
Além da retirada de uma lesão benigna na pele, ele também irá remover outra que ainda será analisada pelos médicos. O procedimento será feito em regime ambulatorial, ou seja, sem necessidade de internação e com previsão de alta no mesmo dia, como destacado no próprio relatório encaminhado ao Supremo.
As regras para a saída de Bolsonaro
Ao autorizar a saída de Bolsonaro da prisão domiciliar para a realização do procedimento, Moraes deixou claro na decisão que o deslocamento não significa que estejam suspensas as medidas cautelares impostas anteriormente ao ex-presidente, como o uso de tornozeleira, contato com pessoas investigadas pelo STF e o uso de redes sociais.
Além disso, os advogados do ex-presidente terão até 48 horas após a realização da cirurgia para apresentar ao STF um atestado detalhado do comparecimento ao hospital, com a data e os horários da entrada e saída do ex-presidente.



