Os suplementos são indicados quando há algum sinal de carência nutricional ou há evidências de deficiência nutricional detectadas através dos exames bioquímicos, como exames de sangue. No entanto, o consumo do produto virou moda e muitas pessoas desconhecem os riscos que o excesso de suplementação causa ao corpo.
Para início de conversa, de acordo com a nutricionista clínica Carine Oliveira, a suplementação deve ser indicada por um especialista. “Se um paciente chega no consultório com uma queixa de cansaço, sonolência, pedimos o exame e vemos que a vitamina B12 está em níveis abaixo do que deveriam. Neste caso, é indicada a suplementação. Outro exemplo: se o paciente consome pouco alimentos fontes de proteína e não consegue alcançar sua meta diária, então, podemos lançar mão de um suplemento de proteína para alcançar as necessidades diárias”, explica.
A especialista ainda reforça que a dose necessária de suplementação e o período específico de consumo é determinado no momento da consulta. “Então, antes de sair tomando suplementos, procure avaliação profissional”, afirma.
Atualmente, o mercado oferece diversos tipos de suplementos, vitaminas, minerais e proteínas. No entanto, boa parte deles não apresentam estudos suficientes que embasem a real necessidade de consumo. “Nutrólogo e nutricionista são capazes de avaliar (qual o melhor suplemento). Quando falo em nutrólogo, é nutrólogo de verdade, porque tem muito nutrólogo de araque nas redes sociais que não possui nenhuma formação”, destaca o hematologista e professor de gastro-hepatologia Raymundo Paraná, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
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