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domingo, 6 abril, 2025
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    HomeBrasiliaMotorista de aplicativo morre após tiro em oficina do Distrito Federal

    Motorista de aplicativo morre após tiro em oficina do Distrito Federal

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    Um homem, de 35 anos, morreu nessa sexta-feira (4/4) após levar um tiro em uma oficina mecânica do Guará, no Distrito Federal. O crime ocorreu em 21 de março, e a vítima Lucas Prado estava internada desde então, mas não resistiu.

    Segundo familiares, Lucas saía da oficina quando colidiu em um veículo. Com a batida, André Luiz Rodrigues de Magalhães, filho do dono do comércio, que estava com ele no carro, teria se irritado.

    Os dois iniciaram uma discussão, e André Luiz entrou em uma salinha da oficina e disparou contra Lucas. A defesa de André, no entanto, contesta esta versão.

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    Lucas Prado deixa um filho, de 7 anos

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    André Luiz é o suspeito de ter atirado e matado Lucas Prado

    Material cedido ao Metrópoles

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    Lucas Prado deixa um filho, de 7 anos

    Material cedido ao Metrópoles

    André Luiz teria dito à polícia que Lucas anunciou um assalto à loja e que agiu “para se defender” — ele seria Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), segundo o advogado da família.

    Os familiares de Lucas rechaçam tal acusação. “Como que meu filho entra na oficina com um carro de R$ 100 mil e querem dizer que foi para assaltar? Isso foi mentira para tentar fazer meu filho de ladrão e sair de coitadinho”, argumentou o pai da vítima, Jorge Luiz Prado.

    Ele contou que o filho havia saído de casa para consertar o carro, pois trabalhava como motorista de Uber. “Meu filho era trabalhador, trabalhava muito até. Agora tenho um neto pequeno, de 7 anos, que amava o pai e que agora ficou sem”, lamentou.

    Uma testemunha contou que viu os dois discutindo e que não ouviu as palavras “roubo” ou “assalto”.

    André Luiz foi levado à 4ª Delegacia de Polícia (Guará), mas acabou liberado após passar por audiência de custódia. O caso está em investigação.

    A defesa do atirador informou que ele segue cumprindo todas as determinações legais e confia plenamente no trabalho da Justiça: “O caso está sendo apurado, e sua conduta será esclarecida no devido processo legal. Ele está à disposição da Justiça, colaborando desde o início, e confia que a apuração demonstrará que agiu em legítima defesa”.

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