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sábado, 5 abril, 2025
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    HomeBrasiliaCFM proíbe acusado de matar mulher com hidrolipo de exercer medicina

    CFM proíbe acusado de matar mulher com hidrolipo de exercer medicina

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    Josias Caetano dos Santos (foto em destaque), médico responsável pela hidrolipo que acarretou na morte de Paloma Lopes Alves, aos 31 anos, e outros dois médicos sofreram interdição total cautelar de exercício da profissão pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Em publicação no Diário Oficial da União (DOU), o conselho confirmou a interdição — o que mantém os três médicos impedidos de exercer a medicina.

    Além de Josias, Hallisson Thiago Correia Dias e Antônio Alves de Freitas sofreram a sanção do conselho. A medida cautelar é imposta quando o médico prejudica o paciente ou a população; quando há elementos que demonstrem a autoria e a materialidade da prática de um procedimento danoso; ou quando há fundado receio de dano irreparável ao paciente, à população e ao prestígio da profissão.


    O caso de Josias

    • Uma mulher de 31 anos morreu em 2024, em São Paulo, após realizar um procedimento de hidrolipo.
    •  Paloma Lopes Alves, sofreu uma parada cardiorrespiratória na clínica Maná Day enquanto fazia a hidrolipo na região das costas e do abdome.
    • A vítima contratou os serviços do médico Josias Caetano, responsável pela clínica Maná Day, pelas redes sociais e fez o pagamento via transferências bancárias.
    • O procedimento desta terça teria sido a primeira vez que ela se encontrou presencialmente com ele.

    Relembre o caso de Josias

    Em 26 de novembro do ano passado, Paloma Lopes Alves sofreu uma parada cardiorrespiratória na clínica Maná Day enquanto fazia a hidrolipo na região das costas e do abdome.

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado imediatamente, mas, ao chegar ao Hospital Municipal do Tatuapé, Paloma já estava sem vida. Na unidade hospitalar, foi apontado como causa provável da morte uma embolia pulmonar.

    Segundo o BO, a vítima contratou os serviços do médico Josias Caetano, responsável pela clínica Maná Day, pelas redes sociais e fez o pagamento via transferências bancárias. O procedimento teria sido o primeiro que a vítima fez presencialmente com ele. O documento informa também que o médico tinha várias reclamações nas redes sociais.

    Após o ocorrido, a clínica Maná Day desativou as redes sociais.

    O caso foi registrado no 52º DP (Parque São Jorge).

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