Sem formação superior, fã de Lula e distante da realidade do Brasil desgovernado por Lula e seus companheiros sem compromisso com o país, o tartufo deputado distrital Chico Vigilante (PT), acostumado atacar Bolsonaro com verborragia doentia, desta vez resolveu mirar a vice-governadora Celina Leão (PP).
O parlamentar, que teve cargos governo do ex-governador Agnelo Queiroz (PT), parece estar sofrendo de memória seletiva. Para se reeleger, Agnelo distribuiu cargos a rodo, assim como faz o presidente Lula (cujo governo já tem mais de 50 mil cargos comissionados).
ATAQUE À CELINA LEÃO

No afã de aparecer, Vigilante acusou Celina Leão de ter contratado o ex-deputado distrital Carlos Xavier. “Estou aqui diante do Diário Oficial, vendo a mais pura utilização do erário público para fins eleitoreiros. A vice-governadora Celina Leão, em pleno preparo de campanha, promove um verdadeiro “catadão” de cabos eleitorais de luxo”, afirmou o petista.
“E, para meu total espanto, recontratam Adão, ou “Carlos” Xavier, ex-deputado cassado por envolvimento em assassinato. É a política no seu pior estágio, onde não há compromisso com a ética, apenas com a perpetuação no poder”, concluiu.

Chico ignora o fato de que Carlos Xavier foi inocentado da acusação de ser mandante de um assassinato.
Xavier, ao contrário de Lula – que tanto Chico Vigilante idolatra- , foi INOCENTADO, enquanto o presidente esquerdista foi DESCONDENADO para poder concorrer nas eleições de 2022.
Em 2017, a Justiça do Distrito Federal condenou o deputado distrital Chico Vigilante (PT) a pagar indenização no valor de R$ 7 mil ao então deputado federal Augusto Carvalho (SD-DF) por tê-lo chamado de “cara-de-pau”, por meio de nota veiculada em sua rede social. Para o juiz João Egmont, da 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, os termos utilizados são “ofensivos e caracterizam dano moral”. Além disso, observou o magistrado, os comentários de Chico Vigilante “não possuem qualquer caráter informativo ou de interesse público, tão somente expressam o desprezo pelo demandante”. Celina deverá processar o distrital do PT.
O SILÊNCIO SEPULCRAL DE CHICO
Desde que a Lava Jato condenou e mandou para a prisão grandes nomes do PT, incluindo Lula (condenado em 3 instâncias por corrupção), Chico Vigilante ficou caladinho, não deu um pio. Aliás, até agora o parlamentar petista não condenou a roubalheira bilionária envolvendo o INSS, onde o irmão de Lula aparece envolvido até os dentes e que tem sido blindado pelo governo esquerdista.
Chico também desconversa sobre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que bateu recorde e chegou em quase 51 mil cargos de confiança em 2025. Já na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de cortar o número de comissionados, diminuiu o número de Ministérios e o tamanho da máquina pública.
Cabe agora a Carlos Xavier ingressar na Justiça contra Chico Vigilante, que não merece ser reeleito.
Aliás, na Ceilândia tem até grupo fazendo campanha contra o distrital, com o slogan “troque o Vigilante por um Delegado”, em alusão a Chico Vigilante e o delegado Fernando Fernandes.

A reeleição de Chico Vigilante não será tarefa fácil, até porque o povo brasileiro foi de novo roubado pelo governo Lula. Basta ver as denúncias de corrupção, o malabarismo para abafar os casos, as gastanças desenfreadas do Governo Federal, as novas taxas e impostos que o sofrido trabalhador terá que pagar daqui pra frente, a quebradeira de grandes empresas estatais e privadas, entre outros.
DOAÇÕES A CHICO VIGILANTE
Em 2010, uma empresa que consta como doadora da campanha do deputado Chico Vigilante (PT), de quem recebeu R$ 25 mil, a Engebras, que era alvo de várias denúncias pelo País.
Chico Vigilante também recebeu doação no valor de R$ 80 mil da Home Center Maranata e outros R$ 40 mil da Maradinho Materiais para Construção. As duas empresas tinham como sócio José Moacir de Sousa Vieira, indicado pelo parlamentar para ocupar o cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico no governo Agnelo. Moacir deixou a pasta em março de 2011, mas até hoje sua saída não recebeu uma explicação convincente. O parlamentar petista, que se coloca como defensor dos consumidores brasilienses, também recebeu doações no valor de quase R$ 21 mil de duas financeiras que atuavam com linhas do BMG, um dos bancos envolvidos no escândalo do mensalão do PT e seu suposto operador, o publicitário Marcos Valério, posteriormente condenado e preso.
As duas financeiras, entretanto, não são foram únicos nomes ligados ao mercado financeiro que aparecem na prestação de contas de Vigilante. Alair José Martins Vargas, então diretor de Redes do Banco de Brasília (BRB), também contribuiu para a campanha bem-sucedida do distrital. Quem também ocupava cargo de confiança no GDF e doou dinheiro para a campanha do petista foi Francisco Cruz Sobrinho, subsecretário de Suprimentos da Secretaria de Planejamento. Também consta da relação Beatriz Mac Dowell Soares, diretora da Fundação Hemocentro. Isso no governo do petista Agnelo Queiroz que não conseguiu se reeleger em 2014.
As informações são públicas e constam na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, a campanha do parlamentar nas eleições de 2010 arrecadou exatos R$ 598.928,39. O que se questiona, embora a prestação de contas tenha sido aprovada pela Justiça Eleitoral, é o fato de contribuintes da campanha terem ocupado cargos importantes na estrutura do GDF, alguns por indicação do distrital.

O mundo acordou e a revolta contra a esquerda é notória. Onde há governo de direita há democracia e prosperidade, enquanto nos países esquerdistas (normalmente presididos por ditadores que perseguem seus opositores), há miséria, tristeza e perseguição.
Por último, Chico Vigilante sabe que a próxima governadora será de direita. Por isso o explícito desesperado de tentar imputar a Celina Leão crime que ela não cometeu.
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